• Nova Diretoria da ABES-GO toma posse para gestão 2025-2027

    A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás (ABES-GO) empossou nesta semana a nova Diretoria que estará à frente da entidade no biênio 2025-2027. A cerimônia reuniu autoridades, profissionais do setor, representantes de entidades parceiras, acadêmicos e convidados, reforçando a importância da ABES-GO no debate e na promoção de soluções para os desafios do saneamento e do meio ambiente em Goiás.

    Durante o evento, a nova presidência destacou o compromisso de fortalecer a atuação da ABES-GO como espaço plural de diálogo e inovação, unindo profissionais da engenharia, gestores públicos, empresas, instituições acadêmicas e a sociedade civil em torno da agenda do saneamento básico e da sustentabilidade.

    Entre as prioridades anunciadas para a nova gestão estão:

    Intensificar a capacitação técnica de profissionais do setor; Ampliar os debates sobre regulação, planejamento e financiamento do saneamento; Incentivar projetos voltados para drenagem urbana, resíduos sólidos, qualidade da água e mudanças climáticas; Estimular a participação de jovens profissionais e estudantes; Reforçar o papel da ABES-GO como parceira estratégica nas políticas públicas e no desenvolvimento sustentável do Estado.

    A posse também foi marcada por homenagens a gestores e colaboradores que contribuíram para a trajetória da associação nos últimos anos, bem como pelo chamado à união em prol da universalização do saneamento e da preservação ambiental.

    A nova Diretoria reafirmou o lema da gestão: “Saneamento e Meio Ambiente: inovação, inclusão e compromisso com o futuro”, ressaltando que o biênio 2025-2027 será pautado por parcerias institucionais, eventos técnicos, ações de conscientização e incentivo à pesquisa.

    Com essa nova composição, a ABES-GO renova sua missão de ser referência no debate e na construção de soluções para os desafios do saneamento em Goiás, colocando a engenharia sanitária e ambiental no centro das transformações necessárias para o desenvolvimento das cidades e a melhoria da qualidade de vida da população.

  • ABES-GO alerta sobre impactos de substituir áreas verdes naturais por grama sintética nos canteiros centrais e praças da cidade

     

    A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás (ABES-GO), no cumprimento de sua missão de promover a melhoria das condições ambientais e sanitárias, manifesta-se contrariamente à medida anunciada pela Prefeitura de Goiânia de substituir áreas verdes naturais por grama sintética nos canteiros centrais e praças da cidade.

     

    Plantas naturais realizam fotossíntese, promovendo a captura de gás carbônico e a liberação de oxigênio, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade do ar. Além disso, as raízes da grama natural favorecem a infiltração da água de chuva no solo, reduzindo escoamentos superficiais, prevenindo alagamentos, contribuindo para a drenagem urbana e possibilitando a recarga do lençol freático. A grama sintética, mesmo instalada sobre camadas drenantes, não reproduz o desempenho natural do sistema radicular das plantas, limitando-se a uma tentativa de imitação que não apresenta a mesma eficácia.

     

    Acerca do microclima urbano – e contrário à afirmação de que a grama sintética possui temperatura mais baixa que a grama natural – a vegetação natural contribui para a redução da temperatura e a criação de um ecossistema equilibrado, enquanto a grama sintética, por ser composta de material plástico, intensifica a retenção de calor, o que pode agravar o desconforto térmico para a população goianiense, que já convive com clima seco e temperaturas elevadas durante grande parte do ano. Temperaturas elevadas sobre esse material plástico podem ainda causar desconforto ou até lesões em pessoas e animais, além de impactar negativamente árvores e outras espécies vegetais próximas. Soma-se a isso o papel da grama natural na redução da poeira em suspensão, fator importante para a saúde respiratória da população, função que não é desempenhada pela cobertura artificial.

     

    Ainda, é importante destacar que a grama natural contribui para a manutenção da biodiversidade urbana, servindo de habitat e fonte de alimento para insetos, pássaros e pequenos animais, funções ecológicas também inexistentes na grama sintética. Quanto à manutenção, não procede a justificativa de que a grama sintética reduziria custos, uma vez que a vegetação natural utilizada na cidade é produzida nos próprios viveiros da Prefeitura. Além disso, o investimento inicial da grama sintética é mais elevado, e seu desgaste por exposição contínua ao sol e às intempéries exigirá substituições periódicas, gerando resíduos de difícil degradação.

     

    A grama sintética, ao fim de sua vida útil, não pode ser reaproveitada como compostagem ou substrato, tornando-se um resíduo sólido não biodegradável que terá de ser encaminhado a aterros sanitários ou lixões, ampliando os passivos ambientais e contribuindo negativamente para a gestão de resíduos sólidos no município. Esses aspectos confrontam diretamente os princípios de sustentabilidade que devem orientar a gestão urbana.

     

    Diante do exposto, a ABES-GO entende que a substituição da vegetação natural por grama sintética pode comprometer serviços ambientais essenciais, especialmente aqueles relacionados ao equilíbrio climático, à biodiversidade, à segurança hídrica, à gestão de resíduos sólidos e à drenagem urbana, englobando, portanto, áreas estratégicas do saneamento. Por esse motivo, recomenda que a Prefeitura de Goiânia reconsidere a medida e mantenha a cobertura vegetal natural nos espaços públicos, reforçando o compromisso da cidade com a sustentabilidade, a saúde da população e a qualidade de vida urbana.

  • Nota da ABES‑GO sobre o deslizamento no aterro Ouro Verde em São Bernardo-GO

    A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás (ABES-GO) manifesta profunda preocupação com o deslizamento ocorrido no aterro Ouro Verde localizado em São Bernardo-GO, conforme veiculado amplamente pela imprensa nacional.

    O colapso de uma estrutura dessa natureza acende um alerta sobre os riscos ambientais, sanitários e sociais provocados por falhas na gestão e operação de áreas destinadas à disposição final de resíduos sólidos urbanos, evidenciando os riscos associados à operação inadequada desses equipamentos.

    É fundamental destacar:

    1. Lixões são proibidos por lei – Desde 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305/2010) determinou o fim dos lixões e a substituição por aterros sanitários devidamente licenciados e operados com controle técnico. A continuidade de práticas inadequadas ou a operação de aterros sem o devido acompanhamento técnico pode representar retrocesso e ameaça à saúde pública e ao meio ambiente.

    2. Risco ambiental e sanitário – Deslizamentos em áreas de disposição de resíduos podem liberar chorume e gases de efeito estufa (como metano), além de expor comunidades a vetores de doenças e contaminação de mananciais e solos.

    3. A importância de profissionais habilitados – A operação, monitoramento e manutenção de aterros sanitários devem contar, obrigatoriamente, com profissionais habilitados devidamente registrados nos respectivos conselhos. É imprescindível garantir a presença desses profissionais tanto na prevenção de acidentes quanto na resposta técnica imediata a situações de emergência.

    4. Responsabilidade das autoridades públicas – Solicitamos que os órgãos competentes – prefeitura, Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMAD), Ministério Público e demais instituições – promovam com urgência:

    • Vistoria técnica especializada e multidisciplinar;

    • Identificação das causas do deslizamento (geotécnicas, operacionais ou climáticas);

    . Apresentação das ações para contenção da massa de resíduos;

    . Comprovação da estabilidade da estrutura restante, a fim de evitar novos deslizamentos;

    • Elaboração de plano de recuperação da área, com transparência e participação social.

    5. Compromisso com a gestão sustentável de resíduos – A ABES-GO defende uma política de resíduos sólidos que respeite a hierarquia definida pela PNRS: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e, somente como última etapa, a disposição final ambientalmente adequada – jamais o uso de lixões ou aterros sem controle técnico.

    Este episódio reforça a urgência de políticas públicas responsáveis, financiamento adequado, fiscalização contínua e valorização da engenharia sanitária e ambiental como pilares de uma sociedade mais segura, justa e sustentável.

    A ABES-GO se coloca à disposição das autoridades e da sociedade para colaborar tecnicamente e contribuir para a superação dos desafios do saneamento básico em Goiás.

    Goiânia, 19 de junho de 2025.

    Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás

    ABES-GO

  • ABES-GO Marca Presença no 19° Seminário da Engenharia Comemorativo ao Dia Mundial da Água

    A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás (ABES-GO) teve uma participação de destaque no 19° Seminário da Engenharia, evento realizado em comemoração ao Dia Mundial da Água promovido pelo Clube de Engenharia de Goiás. O encontro reuniu especialistas, autoridades e profissionais do setor para debater os desafios e soluções para a gestão sustentável dos recursos hídricos e os impactos das mudanças climáticas.

    A presidente da ABES-GO, Juliana Matos, discursou sobre a importância da água como um elemento essencial para a vida, a equidade e a inclusão social. Em sua fala, ela destacou a interseção entre a preservação ambiental, o papel da mulher na gestão hídrica, a sustentabilidade e a necessidade de políticas públicas eficazes para garantir o acesso universal à água potável.

    Água e Sustentabilidade: Um Compromisso Coletivo

    A presidente ressaltou que a água é um direito fundamental e que sua gestão sustentável é responsabilidade de toda a sociedade. “A água é um bem comum, essencial à vida e ao desenvolvimento. Sua preservação não é apenas uma questão ambiental, mas também social e econômica”, afirmou.

    Durante o seminário, foram discutidas soluções inovadoras para o saneamento básico e o uso consciente da água, além de estratégias para mitigar os impactos das mudanças climáticas sobre os recursos hídricos.

    Água e Inclusão: Conscientização sobre o Autismo

    A presidente da ABES-GO também aproveitou a ocasião para destacar a importância da inclusão e do respeito à diversidade, relacionando a questão da água com a conscientização sobre o autismo. “A água tem um poder terapêutico e inclusivo. Muitas pessoas com autismo encontram na água um ambiente de conforto e bem-estar. Precisamos garantir que esse recurso esteja acessível para todos”, reforçou.

    Compromisso com o Futuro

    Ao final do evento, a ABES-GO reafirmou seu compromisso com a promoção de políticas públicas sustentáveis, incentivo à inovação e fortalecimento da educação ambiental. O seminário serviu como um espaço para troca de conhecimentos e alinhamento de estratégias para enfrentar os desafios da gestão da água nos próximos anos.

    A participação da ABES-GO no 19° Seminário da Engenharia reforça seu papel ativo na defesa da água como um direito de todos e um recurso essencial para um futuro mais sustentável e igualitário.

  • ABES-GO acompanha discussões sobre aplicação de recursos da cobrança pelo uso da água no CERHi

    Na manhã da última sexta-feira (21/03/2025), o Engº José Vicente Granato, tesoureiro da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás (ABES-GO) esteve presente na reunião ordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERHi), representando a Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH).

    O Engº José Vicente atuando como suplente da ABRH no conselho – cujo titular é o profissional Marcos Currentino –, acompanhou as discussões sobre a aplicação dos recursos arrecadados com a cobrança pelo uso da água na Bacia do Rio Meia Ponte. O tema foi apresentado e debatido pelos membros do CERHi, reforçando a importância da gestão transparente e sustentável desses valores.

    Cobrança pelo uso da água: um instrumento em vigor

    A cobrança pelo uso dos recursos hídricos no Rio Meia Ponte já está em implementação, conforme deliberação do Comitê de Bacia Hidrográfica. Os recursos arrecadados são fundamentais para financiar ações de:

    • Preservação e recuperação de nascentes;
    • Melhoria da infraestrutura hídrica;
    • Programas de educação ambiental;
    • Fiscalização e monitoramento da qualidade da água.

    Compromisso com a gestão hídrica

    A participação da ABES-GO no CERHi reforça o compromisso da entidade com a política estadual de recursos hídricos, contribuindo para decisões técnicas e estratégicas que visam à segurança hídrica e ao desenvolvimento sustentável de Goiás.

    “A cobrança pelo uso da água é um avanço na gestão participativa, garantindo que os recursos sejam reinvestidos em benefício da própria bacia hidrográfica. É essencial que a sociedade acompanhe e fiscalize essa aplicação”, destacou José Vicente

    A ABES-GO seguirá acompanhando as discussões e apoiando iniciativas que promovam a governança da água no estado.

    ABESGO #CERHi #RecursosHídricos #MeiaPonte #Sustentabilidade #GestãoDaÁgua

    (Publicado em 25/03/2025)


  • ABES-GO participa da Conferência Estadual de Meio Ambiente de Goiás

    A ABES-GO (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Goiás) esteve presente na Conferência Estadual do Meio Ambiente do Estado de Goiás, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental. Representada pelo Engenheiro Marlon Capanema, a ABES-GO contribuiu ativamente para os debates e propostas que visam o desenvolvimento sustentável do estado.

    A conferência, que reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil, teve como objetivo discutir políticas públicas, inovações tecnológicas e ações práticas para a proteção do meio ambiente. O Engenheiro Marlon Capanema, em sua participação, destacou a importância da integração entre os setores público, privado e a sociedade para a construção de soluções eficazes e duradouras.

    Durante o evento, foram abordados temas como gestão de recursos hídricos, saneamento básico, mudanças climáticas e economia circular. A ABES-GO, por meio de seu representante, reforçou a necessidade de investimentos em tecnologias sustentáveis e a importância da educação ambiental como ferramenta de transformação social.

    A participação da ABES-GO na conferência reforça o papel da entidade como agente ativo na promoção de práticas sustentáveis e na defesa do meio ambiente. Acreditamos que, por meio do diálogo e da colaboração, é possível construir um futuro mais equilibrado e justo para todos.

    Agradecemos ao Engenheiro Marlon Capanema por representar a ABES-GO com excelência e dedicação, e a todos os participantes da conferência por suas valiosas contribuições. Juntos, seguimos trabalhando por um Goiás mais sustentável e consciente.

    ABES-GO: Compromisso com o meio ambiente, hoje e sempre.

    Para saber mais sobre nossas iniciativas e projetos, acompanhe nosso blog e redes sociais. 🌱💧

    ABESGO #MeioAmbiente #Sustentabilidade #Goiás #ConferênciaAmbiental #COMMAM #EngenhariaSustentável #Preservação #FuturoVerde

  • Presidente da ABES-GO, Juliana Matos, e o Diretor Nacional da ABES Josivan Cardoso, se encontram no 14° Encontro de Líderes em Brasília.

    Entre os dias 28 e 30 de janeiro de 2025, a presidente da ABES-GO e também vice-presidente do CREA-GO, Juliana Matos, participou do 14° Encontro de Líderes do Sistema CONFEA/CREA/MUTUA, em Brasilia-DF.

    Na ocasião, também estava presente o Diretor Nacional da ABES, Josivan Cardoso. Além de conhecimentos e diretrizes estratégicas sobre o sistema, ambos conversaram sobre o 33° CBESA onde, com ênfase na representatividade e diversidade, provavelmente, teremos surpresas por aí.

    As inscrições para o 33° CBESA já se iniciaram e a programação está sendo preparada com muito empenho, profissionalismo e comprometimento. Será um congresso histórico. Aproveite e inscreva-se na newsletter para não perder nenhum detalhe.

    Inscreva-se já

  • Presidentes da Regional Centro-Oeste prestigiam a Posse da nova Diretoria Nacional da ABES

    A Presidente da ABES-GO, Juliana Matos, o Presidente da ABES-DF Fuad Moura e a Presidente da ABES-MT Ildisneia Velasco prestigiaram a posse da nova Diretoria da ABES Gestão 2024-2026. Na foto, além do presidente Fuad e das presidentes Juliana e Ildisneia, à esquerda o novo Diretor da Região Centro-Oeste Mario Guerino e o Presidente Marcelo Sanches.

  • Presidentes de Seções e Nova Diretoria se reúnem antes da Posse em São Paulo

  • Reforçando a importância da ABES para o saneamento, nova Diretoria Nacional é empossada para o biênio 2024-26

    Com presença de autoridades, especialistas e profissionais do setor, a solenidade foi realizada nesta quinta-feira, 1º de agosto, no Espaço Kaza Fendi, em São Paulo/SP, com cerca de 300 convidados. Associação será presidida pelo engenheiro Marcel Costa Sanches. Crédito das fotos Wanezza Soares

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